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domingo, 29 de janeiro de 2012

Técnicas de pregação.


APRENDEMOS:

11% ouvindo comunicamos:
83% vendo 8% com a voz
33% com o tom da voz
Lembramos: 55% com gestos e
20% ouvimos expressões faciais.
50% ouvimos e
vimos




O SERMÃO TIPOS

*Tópicos
*Expositivo
*Biográfico (narrativo)
*Textual


CUIDE:

Ø Pontualidade
Ø Sua aparência
Ø Músicas certas (inicial, final, outras...)
Ø Público alvo
Ø Interrupções
Ø Não peça respostas
Ø Sermões de outros (nunca faça igual)
Ø Exalte a Cristo!

SUA FORMA:


Introdução:
um preparo do assunto, o porque do tema, sua importância
Corpo:
é o desenvolvimento em partes ou tópicos
Conclusão:
Levar o ouvinte a uma nova decisão


INTRODUÇÃO:

Deve ser:

BREVE & INTERESSANTE
DIZER OU NÃO O TEM A
MOSTRAR O RUMO
NÃO PROMETER DEMAIS
NÃO PEDIR DESCULPAS
NÃO CONTAR PIADAS
EVITAR SENSACIONALISMO
PODE SER UM TEXTO: Bíblico, Frase Célebre.pensam.
PROBLEMA OU PERGUNTAS
ILUSTRAÇÃO
LOCAL OU MOMENTO ESPECIAL

CORPO


DO CONHECIDO PARA O DESCONHECIDO

APRESENTAÇÃO GRADUAL, LÓGICA, PROGRESSIVA, CRONOLÓGICA
UTILIZE FRASES CURTAS
EVITE O EXCESSO(30 tipos de cristãos)
UTILIZE ILUSTRAÇÕES: atuais, pessoais?
CADA 7 MINUTOS, UM NOVO ATRATIVO
TENHA A FONTE DAS INFORMAÇÕES
PERSIGA O TEMA, NÃO DIVAGUE...
PREPARE PARA A CONCLUSÃO

CONCLUSÃO:

Deve ser preparada.
Responder a introduçao.
Amarrar as partes do sermao. É o fechamento.
Ter um apelo positivo, objetivo.
Deve ser pessoal.
Nao trazer novos tópicos.
Nunca pergunte: Posso continuar?
Evite rodeios ( e para terminar...)
TIPOS: Ø Apelo, Ø oraçao,
Øverso, Ø ilustraçao breve,
Øpergunta para deixar no ar...



TODO SERMÃO DEVE TER:


1- Uso da Bíblia
2- Uma ilustração ou testemunho
3- Uma novidade
4- Uma apelo.
5- Exaltação de Cristo e sua vinda.




GEMAS PRECIOSAS:

Não são as capacidades que agora possuís ou haveis de possuir que vos darão êxito. É o que o Senhor pode fazer por vós. Deveríamos depositar muito menos confiança no que o homem é capaz de fazer, e muito mais no que Deus pode fazer para cada alma crente. Ev. 262
E quando nos entregamos a Cristo numa consagração de toda alma, os anjos se alegram de poderem falar por meio de nossa voz, para revelar o amor de Deus.SC 9


O PÚLPITO NÃO É:

# Lugar para desfile de moda.
# Oportunidade para falar "bonito".
# Declamar poesia.
# Exibir qualidades ou exaltar o eu.
# Momento para desforra pessoal ou do grupo.
# Contar histórias gregas ou outras inventadas...
# Oportunidade para ganhar confiança das pessoas.
# Para promover atividades ou setores não evangelísticos.
# Palanque político.
# Local para tentar "enrolar".
# "Quebra-galho"
# Local para atitudes grosseiras ou palavras àsperas.
# Chance para contar uma piada interessante.

O PÚLPITO É:


# Um pão a ser repartido.
# Uma verdade preciosa da Bíblia para ser conhecida ou lembrada.
# Uma chance para revelar o GRANDE AMOR DE DEUS ao ser humano em todos os tempos...
# Mostrar o interesse de Deus no homem, seu cuidado, seu plano Redentor e restaurador para aquele que Nele crer.
# Servir espiritualidade, comunhão e consagração.
#Revelar a grande esperança da volta de Jesus.



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os irmaos precisam saber que pequei?


Sua inquietação, por ter adulterado e confessado apenas ao seu cônjuge mas a nenhum dos irmãos com os quais você mantém comunhão, deixa claro que o assunto não está resolvido nem mesmo em sua consciência, e muito menos para Deus. "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia... Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri... e tu perdoaste a maldade do meu pecado". Sl 32. 


Aquele que está em pecado não deve achar que pode decidir sozinho como agir. Ele está em comunhão com outros irmãos que ignoram que estão tendo um relacionamento com alguém em pecado. Além de pecar por sua queda moral, ele passa a pecar por envolver outros com sua contaminação, permitindo que eles inocentemente continuem a tratá-lo como alguém que está andando em obediência ao Senhor. Isso é trair a confiança dos irmãos.

No Antigo Testamento quando alguém tinha lepra (figura do pecado) essa pessoa era excluída da congregação e era obrigada a morar fora do acampamento. Os sacerdotes iam periodicamente examiná-la para ver o estado da lepra. Quando o corpo todo estivesse tomado pela lepra, da cabeça aos pés, então os sacerdotes a consideravam limpa e ela podia voltar a conviver com os israelitas.

Isso parece estranho, mas existe uma aplicação para nós. É só quando fica evidente a todos que pecamos, que estamos convictos da cabeça aos pés de nosso erro, que Deus pode nos considerar limpos.

Se você está preocupado com o que os outros vão pensar, preocupe-se primeiro com o que Deus está pensando. Se você não sabe como lidar com isso em relação aos seus filhos, então estará criando hipócritas religiosos, com uma grande probabilidade de se tornarem sepulcros caiados, limpos por fora, mas sujos por dentro, como eram os fariseus.

Filhos criados assim acabam aprendendo com os pais que precisam apenas parecer perfeitos diante dos irmãos. Eles aprenderão a também varrer seus próprios pecados para debaixo do tapete para evitar o vexame público e a rejeição. Hoje em grande parte das denominações, principalmente nas mais rigorosas, isso é o que acontece. É preciso explicar a seus filhos que você errou, que está arrependido e que agora deve sofrer as consequências de seu pecado, inclusive a reprovação dos irmãos, enquanto espera na misericórdia e graça de Deus.

Se outros irmãos ficam sabendo do pecado e não se manifestam, também pecam pela omissão, ficando na mesma situação do que pecou por serem coniventes. As coisas de Deus devem ser tratadas com seriedade. Veja que até na lei brasileira, um médico que não comunica às autoridades de saúde que um paciente seu está com uma doença infecto-contagiosa pode pegar de 6 meses a 2 anos de prisão. Se você trabalha numa empresa e sabe que um funcionário está roubando ou colocando em risco a empresa e seus funcionários, sua omissão certamente custará seu emprego. Serão mandados embora você e ele.

Onde congrego, quando alguém cai em pecado essa pessoa é colocada fora da comunhão à mesa do Senhor tão logo o pecado vem à tona (por ela mesma ou por meio de outros). O assunto não é tratado em público, mas em uma reunião reservada apenas com os irmãos mais responsáveis e a decisão da ação a ser tomada é depois comunicada publicamente aos irmãos, mas sem detalhes. Por exemplo, "O irmão fulano está sendo colocado fora da comunhão à mesa do senhor por pecado moral". Isto é tudo o que os outros precisam saber para evitar terem comunhão com ele até que seja restaurado, o que é devidamente anunciado quando acontece.

Aquele que pecou não participa da ceia, não ora e nem ministra a Palavra, mas pode assistir as reuniões e sentado no fundo. Quando termina vai para casa e não se relaciona com os irmãos. Enquanto isso alguns irmãos responsáveis continuarão visitando essa pessoa para saber de seu estado, até que fique muito evidente que ela está totalmente convicta de seu mal (é o que significa a lepra da cabeça aos pés). Só então ela é restaurada à comunhão.

Algumas denominações (a sua, por exemplo) não entendem que "pecado para a morte" não se trata de perda de salvação, mas é pecado para a morte física, como aconteceu com Ananias e Safira. E também não entendem que existe um processo de restauração para aquele que pecou. Com isso denominações assim se tornam verdadeiras fábricas de hipócritas, porque todo mundo acaba querendo parecer o que não é.

Os fariseus eram assim, tão rigorosos na Lei que até quando pegaram a mulher "em flagrante adultério" não apresentaram o homem (flagrante de adultério só ocorre se duas pessoas estiverem envolvidas), talvez por ser alguém "honrado" entre eles. Conheci um homem que se dizia cristão e ocupava o cargo de "presbítero" em sua denominação, mesmo tendo duas mulheres, uma oficial e uma amante, e filhos com as duas, passando um tempo em cada casa. Sua vida dupla era notória na cidade, mas o "pastor" nunca ousou mover uma palha contra ele por ser rico e dar polpudas ofertas e dízimos para sua "igreja". Em algumas denominações, católicas ou protestantes, quando isso acontece com um líder (padre ou pastor) o costume é transferir o padre ou pastor para outra cidade onde ninguém a conheça e ocultar seu pecado.

Podemos aprender como uma assembleia deve agir lendo o que aconteceu com o homem de 1 Coríntios 5 que estava vivendo em pecado moral. Quando o pecado vem à tona fica muito claro que a assembleia em Corinto devia tomar providências e excluir tal pessoa da comunhão (ninguém pode ser excluído da Igreja, que é o corpo de Cristo, mas apenas da comunhão):

1Co 5:1 Geralmente se ouve que há entre vós fornicação, e fornicação tal, que nem ainda entre os gentios se nomeia, como é haver quem abuse da mulher de seu pai.

A providência necessária era tirar tal pessoa do meio deles, excluí-la da comunhão com os santos (daí vem a palavra "excomunhão" ou "excomungado"):

1Co 5:2 Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação.

Aqui vemos um poder e autoridade que apenas os apóstolos tinham, de entregar uma pessoa a Satanás para a destruição da carne, isto é, a morte física. Pedro fez algo assim com Ananias e Safira em Atos 5. Hoje não existem apóstolos, e ninguém tem tal poder, mas Deus pode ainda agir e tirar a vida de um crente que insiste em pecar. Deixou de ser um auxílio para Deus e passou a ser um estorvo para o testemunho, portanto Deus o leva.


1Jo 5:16-17  Há pecado para morte, e por esse não digo que ore. Toda a iniquidade é pecado, e há pecado que não é para morte.


1Rs 13:26  E, ouvindo-o o profeta que o fizera voltar do caminho, disse: É o homem de Deus, que foi rebelde à ordem do SENHOR; por isso o SENHOR o entregou ao leão, que o despedaçou e matou, segundo a palavra que o SENHOR lhe dissera. 

Embora morra aqui, a pessoa está salva, mas "como que pelo fogo", conforme ensina 1 Coríntios 3:15: "Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo". Na passagem abaixo o apóstolo faz menção da destruição da carne "para que o espírito seja salvo":

1Co 5:3-5 Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo, Seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.

A permanência de alguém contaminado pelo pecado na congregação acaba contaminando os outros (Na Bíblia o fermento é SEMPRE figura do pecado):

1Co 5:6-8 Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.

A separação daquele que pecou não se restringe às reuniões da assembleia, mas também no dia a dia. Sua situação é diferente da dos incrédulos, com os quais temos necessariamente de manter contato diário na família, na escola ou no trabalho. Trata-se de alguém que, "dizendo-se irmão", está pecando. Se eu andar com ele serei visto como cúmplice de seus pecados e acabarei me contaminando. O apóstolo exorta os santos a nem mesmo comerem com tal pessoa:

1Co 5:9-11 Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.

A assembleia que quer estar congregada nos moldes bíblicos tem o dever de julgar o pecado, pois quando deixa de fazê-lo não pode mais querer contar com a presença do Senhor em seu meio. O Senhor não é condescendente com o pecado, portanto não irá se colocar no meio de dois ou três que fazem vista grossa para o pecado, ainda que achem que estão reunidos em nome de Jesus:

1Co 5:12-13 Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.

Mas veja que na segunda carta de Paulo aos Coríntios a essa pessoa foi restaurada à comunhão, depois que todos os passos de disciplina foram cumpridos:

2Co 2:4-11 Porque em muita tribulação e angústia do coração vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho. Porque, se alguém me contristou, não me contristou a mim senão em parte, para vos não sobrecarregar a vós todos. Basta-lhe ao tal esta repreensão feita por muitos. De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. Por isso vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. E para isso vos escrevi também, para por esta prova saber se sois obedientes em tudo. E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás; Porque não ignoramos os seus ardis.

Veja a ordem das coisas: o pecado trouxe angústia, sofrimento e lágrimas, o que pecou foi repreendido por muitos (como você será repreendido por muitos se não confessar seu pecado aos irmãos?), depois de arrependido foi perdoado pelos irmãos para não ser consumido pela tristeza, e pode contar com o amor de todos para com eles. A assembleia tem o poder administrativo de perdoar (é isto o que significa o "ligar" e "desligar" que o Senhor ensinou em Mat 18:17-20. O "ligar" e "desligar" aí é da comunhão, nunca do corpo de Cristo ou da salvação eterna. Se homens pudessem "desligar" alguém do corpo de Cristo e da salvação, então teriam poder de salvar pessoas, bastando com isso "ligá-las" a uma religião.

"E, se não as escutar [as testemunhas do pecado que repreenderam o pecador], dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles".

domingo, 1 de janeiro de 2012

o espirito santo.

As Testemunhas de Jeová negam tanto a deidade do Espírito Santo, como sua pessoalidade, afirmando ser ele uma "força ativa" impessoal. Um dos primeiros argumentos usados para defender esta idéia é:

Como pode o Espírito Santo ser uma pessoa, e alguém estar cheio dele, e ele habitar em alguém?

Esta é uma grande falácia da STV.

Vejamos:

Satanás é uma pessoa (isto a STV concorda). Como pode ele habitar em alguém? Como pode alguém estar "cheido dele"? (Lc 22.3)

Isto comprova que o argumento da STV é uma falácia. Uma das características das "provas" da STV, é a inconsistência.

Não sei o que a STV entende por "pessoa", pois todos os atributos do Espírito Santo nos fazem concluir que ele é uma pessoa. Não são somente alguns atributos, ou uma "personificação", pois nada que é personificado na Bíblia tem todos estes atributos, e ainda os atributos divinos. É impossível mentir ou entristecer a uma "força impessoal" (Por exemplo, será que as TJ conseguem mentir à eletricidade?.

O Deus das Testemunhas de Jeová precisa de uma "força", ao passo de que o dos cristão é onipotente por si só! Se o Espírito Santo é uma "força impessoal", Deus também é, pois Deus é Espírito!

"Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade." - IICo 3.17

Eis alguns atributos pessoais e divinos do Espírito Santo:


É inteligente
(ICo 2.10-11; Rm 8.27);

Tem vontade própria
(1 Co 12.11);

Pode se entristecer (Ef 4.30; Is 63.10);

Ele fala
(Ap 2.7; Gl 4.6);

Ele chama
(At 13.2; At 20.28);

Pode-se mentir a ele
(At 5.3);

Ele é eterno
(Hb 9.14);

Ele é onisciênte
(ICo 2.10-11);

Ele é onipotente
(Lc 1.35);

Ele é onipresente
(Sl 139.7-10)

O Espírito Santo é Deus.

sábado, 24 de dezembro de 2011

O nascimento de Jesus Cristo foi resultado do planejamento de Deus e do “sim” de uma jovem

Muito longe da mentalidade puramente comercial onde os consumidores são estimulados a gastar tudo o que podem em presentes e banquetes, o Natal deveria ser comemorado como um dia de consagração para estarmos prontos para dizer “sim” aos planejamentos de Deus.
Natal é o nascimento dAquele que veio como presente de Deus para a humanidade. Sem o Natal, não haveria Jesus. Sem o Natal de Jesus, só há comércio. Com o Natal de Jesus, há salvação, libertação e esperança para homens, mulheres e crianças.
A Bíblia diz que o Natal foi possível porque uma moça muito dedicada à meditação da Palavra de Deus disse “sim” quando um anjo a visitou com uma proposta de Deus:
“E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, A uma virgem desposada com um homem, cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. E, entrando o anjo onde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres. E, vendo-o ela, turbou-se muito com aquelas palavras, e considerava que saudação seria esta. Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. E eis que também Isabel, tua prima, concebeu um filho em sua velhice; e é este o sexto mês para aquela que era chamada estéril; Porque para Deus nada é impossível. Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela”. (Lucas 1:26-38 ACF)
O que Deus faz quando dizemos “sim” a ele? Ele cria milagres. Aliás, ele tem sempre seus planejamentos, e tudo o que ele precisa é de uma resposta afirmativa daqueles que o servem.
Um dos mais belos e significativos planejamentos de Deus tem incrível proximidade espiritual com o Natal. Esse milagre ocorre com a alegre cooperação e disposição de uma filha de Deus para acolher em seu ventre presentes de Deus. Jesus diz:
“Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou”. (Marcos 9:37)
Onde há “sim” para Deus, acontecem milagres.
A concepção, gravidez e nascimento na família que ama e adora Jesus em espírito e verdade não são atividades animais ou mecânicas. São, na perspectiva divina, o cenário para o mover de Deus em famílias e sociedades inteiras.
No século XVII, Susannah Wesley, filha de um pastor evangélico numa família onde ela era a caçula de 25 irmãos, disse “sim” a Deus, e o milagre aconteceu. Entre seus 19 filhos, estavam John e Charles Wesley, poderosamente usados por Deus num grande avivamento na Inglaterra e nos Estados Unidos. John acabou se tornando o fundador da Igreja Metodista.
Com seu “sim” a Deus, a jovem Maria foi instrumento de Deus para a realização do primeiro Natal. Esse sim veio acompanhado, em sua vida pessoal, de muitas tribulações e desafios, onde ela própria engravidou do Espírito Santo durante o noivado, deixando seu noivo José perplexo, desconfiado e disposto a largar dela. Mas Deus foi fiel.
A jovem Maria deu o coração e o útero para Deus, e Deus deu Jesus para a humanidade.
Com seu “sim” a Deus, a mãe Susannah Wesley foi instrumento de Deus para a continuação do milagre do Natal, onde seus filhos também se tornaram instrumentos de Deus para dizer ao mundo que Deus é amor e que Jesus Cristo tem salvação para toda a humanidade. O sim de Susannah também veio acompanhado, em sua vida pessoal, de muitas tribulações e desafios. Mas Deus foi fiel.
Quem hoje dirá “sim” a Deus para que o milagre do Natal continue se multiplicando? Quem está disposto a pagar o preço para que nasçam neste mundo os milagres planejados por Deus?

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A MATEMÁTICA DO MILAGRE Mateus 14.13-21


Propósito Geral: Consagratório.

Tema Específico
: O milagre da multiplicação.


Idéia Central do Sermão
:

JESUS CONTINUA FAZENDO O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO
Frase de Efeito: APLIQUE EM SUA VIDA A MATEMÁTICA DO MILAGRE.

Pergunta de Ligação
: - Como podemos fazer isso? Observando as OPERAÇÕES DA MATEMÁTICA DO MILAGRE relatadas neste texto:
                                   
PRIMEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIMINUIR  A HIPOCRISIA (até acabar com ela) - vs 15.
Tema do Meio
:          Hipocrisia.
Explicação
:                Os discípulos não estavam preocupados com a multidão, como pode parecer à primeira vista. Lendo o contexto imediatamente anterior, vemos que João Batista havia sido morto pelo rei. Os discípulos estavam, naturalmente, assustados e com medo que algo ruim também acontesse a eles e a Jesus. Apesar do seu discurso tão piedoso, eles, na verdade, queriam apenas se livrar daquela gente, pois uma multidão com fome sempre é um grande problema e um tumulto facilmente poderia se desencadear com eles no centro das atenções, e com grandes chances de serem responsabilizados pelo desastre. Em outras palavras, eles estavam sendo hipócritas. Mas Jesus não "engoliu" sua farsa ("A multidão não precisa ir embora" - disse-lhes o Mestre), pois o Nosso Senhor não fará milagres enquanto houver hipocrisia em nossos lábios e em nossos corações.
Ilustração:                 Um jovem vivia se negando à obra de Deus, alegando para o seu pastor que não tinha tempo, pois trabalhava de dia e estudava à noite. Mas sua máscara caiu no dia em que ele arranjou uma namorada. A partir daquele momento ele arranjava tempo de sobra para namorar, todos os dias e aos finais de semana.
Fundamentação:         Isaías 29.13: "Este povo... com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim..."
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                   Hipócrita é aquele pecador que antigamente fazia tanto pelo pecado e agora faz tão pouco por Jesus:
                                     - Antes, ele andava a distância que fosse para satisfazer seus desejos. Agora acha que a igreja é longe.
                                    - Enfrentava qualquer tempo. Agora qualquer chuvinha o faz faltar aos cultos.
                                    - Gastava grande parte do seu salário para sustentar seus vícios. Agora acha o dízimo pesado.
                                    - Gastava horas com bares, festas, jogos etc. Agora acha que um culto de 2 horas é inadimissível.
                                    - Dava tudo de si para as coisas do mundo. Agora nega seu tempo, recursos e talentos para Jesus.
Apelo do Meio:          _____________________________________________


SEGUNDA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: SOMAR RESPONSABILIDADE - vs 16.
Tema do Meio
:         Responsabilidade
Explicação
:                Jesus foi bem enfático: "Dai-lhe vós de comer". O problema da fome das multidões É NOSSO! É nossa responsabilidade. Jesus não fará nenhum milagre de multiplicação enquanto não assumirmos a nossa responsabilidade. Ele vai multiplicar, mas não para mim, para eu satisfazer meus desejos e caprichos, mas para que NÓS tenhamos condições de dar conta das nossas responsabilidades.
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 10.
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                 _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________

Aplicação
:                  O problema dos jovens não é problema do pastor, É PROBLEMA NOSSO.
                                   O problema das crianças não é problema do governo, É PROBLEMA NOSSO, etc.
Apelo do Meio:           _____________________________________________


TERCEIRA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: DIVIDIR OS RECURSOS - vs 17-19.
Tema do Meio
:          Dedicação.
Explicação
:                Antes de ver a multiplicação, os discípulos tiveram que colocar seus escassos recursos nas mãos de Jesus e vê-lo partindo (dividindo) o pão. Antes de vermos o milagre da multiplicação em nossas vidas, temos que fazer o mesmo. Temos que colocar  todos os nossos recursos em suas mãos e deixá-lo dividir à vontade.
Ilustração:                  _____________________________________________
Fundamentação
:         Mateus 16.25: "Quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á".
Opinião Contrária:     _____________________________________________
Ponto-Cruz:                _____________________________________________
Glorificação:               _____________________________________________
Aplicação:                   Provavelmente Jesus vai ordenar que você divida seu tempo, bens e talentos, antes de multiplicá-los.
Apelo do Meio:          _____________________________________________


QUARTA OPERAÇÃO DA MATEMÁTICA DO MILAGRE
: MULTIPLICAR - vs 20-21.
Esta operação da Matemática do Milagre não é o homem quem faz. É Jesus. Aleluia!
Quando o homem, de todo o seu coração e sem reservas, faz as três primeiras Operações, Jesus, sem pestanejar, faz a última: A tão esperada e maravilhosa multiplicação!
Não vai faltar, nem para você nem para ninguém. Os escassos recursos dos discípulos era insuficientes até para eles mesmos, mas, nas mãos de Jesus, eles se multiplicaram e todo mundo se fartou e ainda sobraram 12 cestos.


CONCLUSÃO

- Diminua a hipocrisia (até acabar com ela).
- Some as responsabilidade (o problema é nosso).
- Divida seus escassos recursos (tempo, bens e talentos).

E creia nesta palavra: Não vai faltar, nem para você nem para ninguém ao seu redor, pois Jesus vai multiplicar.

Deus seja louvado!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

COMO NOS PREPARAR PARA AS PROVAS?

s Provas?

Deus revelou que iríamos sofrer e que seríamos provados. É nossa a responsabilidade de nos preparar para estas provas. Quando me refiro a nos preparar, não estou falando em sermos ansiosos, pois se preparar é muito diferente de ser ansioso. De nada adiantará ficar ansioso ao fazer um exame no colégio, embora será um grande benefício se nos prepararmos para este exame. Como podemos estar preparados de antemão para as provas?
Precisamos Aprender a Confiar em Deus por Meio de Sua Palavra
Uma semente requer tempo para germinar. Devemos semear a Palavra de Deus em nossa mente antes que surjam as provas. É uma medida de prevenção (Salmo 119:11). Jesus Cristo pôde citar as Escrituras e ser fortalecido por elas. Observamos esta defesa enquanto era tentado pelo diabo (Mateus 4:4,7,10) e no caminho ao Calvário (para que as Escrituras se cumprissem – Mateus 26:54,56). As promessas de Deus são a nossa fonte de poder. Não somos capazes de vencer qualquer tentação sem a sua ajuda. Devemos dedicar tempo ao estudo das mensagens que Deus enviou a seus servos em meio às provas. Consideremos os exemplos de servos como Jó, Davi (Salmos) e os cristãos perseguidos (1 Pedro, Apocalipse, Filipenses). Josué se fortalecia quando trazia as palavras de Deus em sua memória e considerava estas promessas quando ia à batalha (Josué 1:9). Deus promete estar sempre perto e disponível quando tivermos problemas (Salmo 46:1-7). A única maneira de estar contente é confiar nas promessas do Senhor (João 15:5-6).
Deus promete acompanhar-nos até às profundidades das tribulações e levar-nos às alturas da vitória sobre as provas (1 Pedro 5:6-7). Quando existem provações, isto não significa que Deus não esteja conosco (Romanos 8:28-39; Salmo 37:1,11). Somente nós mesmos podemos rejeitar a promessa da vitória no céu com Cristo, e jamais devemos fazer isso (Romanos 8:18).
Precisamos Aprender a Confiar em Deus por Meio da Oração
Durante uma grande tormenta, não seria a melhor ocasião para aprender a navegar em um barco a vela. Quando uma pessoa se encontra em meio a provações não seria esta a ocasião mais adequada para aprender a orar. Quando surgiu a crise mais difícil na vida de Jesus, ele fez o que já era de seu costume: orar (Lucas 22:39-41). Nós devemos aprender agora a confiar no poder da oração. Veja as promessas maravilhosas em Marcos 11:24 e João 14:13-14. Se não pedimos, não receberemos (Tiago 4:2). Isto inclui a confiança na sabedoria de Deus (Mateus 26:39; 1 João 5:14-15; 2 Coríntios 12:7-10) e na bondade de Deus (Mateus 7:7-11). Podemos ficar frente a frente com as provas, confiando na orientação e na correção que vêm de Deus (Salmo 23:4).
Precisamos Aprender a Confiar em Nossos Irmãos na Fé
Não devemos nos isolar quando estivermos sofrendo por causa das provas nesta vida. Nós não devemos nos esquecer do princípio bíblico: “Melhor é serem dois do que um...” (Eclesiastes 4:9-12). Até mesmo Jesus procurou o apoio moral e espiritual de seus discípulos amados (Mateus 26:36-41).
O exemplo de Jesus é um princípio que acredito ser de fundamental importância para o corpo de Cristo (Gálatas 6:2-3). Devemos desenvolver este tipo de comunhão e confiança com os irmãos. A igreja tem um papel importante nesta necessidade fundamental do ser humano, na maioria das vezes melhor do que a própria família. Normalmente é preciso criar a comunhão, pois ela não vai aparecer espontaneamente. Você é o tipo de pessoa que um indivíduo atribulado busca quando tem problemas ou passa por alguma prova?

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

QUAL O CENTRO DA VONTADE DE DEUS?

Muitos cristãos não têm certeza da salvação. Estão aflitos, cheios de conflitos interno, pois as mensagens destes preletores, que exortam os cristãos a estarem no centro da vontade de Deus, nunca lhes apontam qual é a vontade de Deus. O que impera não é o amor, mas o medo! ( 1Jo 4:18 ). São crentes em crise. Perturbados. Sem vida!
 "Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus" ( 1Pe 4:2 )
Expressões semelhantes a estas: ‘Quero estar no centro da vontade de Deus’, ‘Quero viver o sonho que Deus tem para a minha vida’, ‘A minha vontade deve estar de acordo com a vontade de Deus’ é uma constante nos púlpitos das igrejas ditas cristãs.
Muitos pregadores assustam seus ouvintes ávidos por aconselhamento afetivo, profissional, familiar, ministerial, etc., com chavões, tais como: ‘Aguarde a vontade de Deus’, ‘Busque a vontade de Deus para a tua vida’ ou, ‘Você está fora da vontade de Deus’.
É alardeado constantemente que o mais importante para o cristão é estar no centro da vontade de Deus. Pessoas e mais pessoas expressam, emocionadas, que desejam estar todos os dias das suas vidas, não importando circunstâncias, no centro da vontade de Deus.
Mas, como não poderia deixar de ser, tais apelos emocionais se agravam, pois os preletores complementam: ‘O centro da vontade de Deus nem sempre é aquele lugar que imaginamos ou queremos estar’, ‘Você está disposto a abrir mão das suas vontades e desejos?’ ou, ‘Você está pronto para viver os sonhos de Deus?’.
Como resultado de tais mensagens, temos muitos cristãos instáveis emocionalmente. Na sua grande maioria, psiquicamente abalados, preocupados, cheios de indagações. Estes são arrebatados emocionalmente nas reuniões solenes, porém, quando chegam às suas residências, ou nos afazeres do dia a dia, a instabilidade e os conflitos se revelam nas incertezas.
Muitos cristãos não têm certeza da salvação. Estão aflitos, cheios de conflitos interno, pois as mensagens destes preletores, que exortam os cristãos a estarem no centro da vontade de Deus, nunca lhes apontam qual é a vontade de Deus. O que impera não é o amor, mas o medo! ( 1Jo 4:18 ). São crentes em crise. Perturbados. Sem vida!
Mas, qual é a vontade de Deus? Por que tanto mistério em torno da vontade d’Ele? Quantas vontades de Deus existem? A vontade de Deus difere de pessoa para pessoa?
Jesus definiu qual é a vontade de Deus: "Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia" ( Jo 6:40 ). A vontade de Deus é especifica, e foi bem definida por Jesus: qualquer que contemplar o Cristo e nele ter fé, terá a vida eterna. E não somente isto, no último dia será ressuscitado dentre os mortos pelo Filho.
Ora, dos que foram escolhidos para serem discípulos de Cristo, a vontade de Deus era que nenhum deles se perdesse, porém, a despeito da vontade de Deus, Judas Iscariotes se perdeu. A interpretação do versículo 39 de João 6 diz especificamente dos discípulos, enquanto o verso 40 de toda a igreja "E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia" ( Jo 6:39 ); "Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse" ( Jo 17:12).
O apóstolo Paulo também faz alusão à verdade exarada no verso 40: "Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade" ( 1Tm 2:4 ). Ora, a vontade de Deus consiste em salvar todos os homens e, que estes, por sua vez, tornem-se um com a verdade (conhecer) "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" ( Jo 8:32 ). Somente após o homem unir-se a Cristo, ‘conhecendo’ a verdade, liberto estará da condenação do pecado.
Por causa da sua vontade, Deus deu o seu Filho unigênito e, por isso Cristo é o dom de Deus "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" ( Jo 3:16 ; Jo 4:10 ; Ef 2:8 ).
Quando compreendemos que a vontade de Deus é salvar todos os homens e que nenhum se perca, compreendemos o exposto pelo apóstolo Paulo: "Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" ( Fl 2:13 ). Ou seja, Deus quis salvar (querer) e enviou o seu Filho unigênito (efetuar).
A vontade de Deus foi expressa e é única: a salvação da humanidade! Ou seja, a sua vontade é real, pois para isto providenciou para si o Cordeiro, o Mediador, o Sumo sacerdote, etc. A vontade de Deus não é um sonho, antes é a realidade, visto que a salvação encontra-se em Cristo Jesus nosso Senhor. É pejorativo dizer que Deus tem um sonho para a vida do cristão, pois jamais dorme o guarda de Israel ( Sl 121:4 ).
Portanto, quem pode realizar a vontade de Deus, se a sua vontade consiste em salvar o homem? Eu? Você? Não! A vontade de Deus somente Ele pode realizar e, esta glória Ele não dá a outrem. Ele mesmo diz: "E olhei, e não havia quem me ajudasse; e admirei-me de não haver quem me sustivesse, por isso o meu braço me trouxe a salvação, e o meu furor me susteve" ( Is 63:5 ).
Por isso, Cristo, o braço do Senhor, foi manifesto, desnudado perante as nações "O SENHOR desnudou o seu santo braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus" ( Is 52:10 ).
Jesus especificou qual era a sua missão: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou" ( Jo 6:38 ), pois as Escrituras haviam predito que o Filho faria a vontade do Pai "Então disse: Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade" ( Hb 10:7 ).
Para realizar a vontade do Pai foi necessário estabelecer uma nova aliança "Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo" ( Hb 10:9 ), e é através da vontade de Deus que foi realizado a oblação do corpo de Cristo para que os que cressem fossem santificados Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez” ( Hb 10:10 ).
Jesus veio realizar a vontade do Pai: salvar o que se havia perdido ( Mt 18:11 ), e quando o Filho acha a ‘ovelha perdida’, é da vontade do Pai que nenhum dos seus pequeninos se percam ( Mt 18:14 ). Tudo o que Jesus fez foi segundo a vontade de Deus, pois somente Cristo pode salvar o que se havia perdido "O qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai" ( Gl 1:4 ).
A vontade de Deus é salvar o homem e, para salvar Ele executou a sua obra, manifestando na plenitude dos tempos a fé, o Verbo e Cordeiro de Deus para que por meio d’Ele cressem, pois este é o único meio da vontade de Deus ser realizada ( Gl 3:26 ). O querer e o efetuar pertencem a Deus "Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou" ( Jo 6:29 ).
Os homens querem realizar a obra de Deus e fazer a vontade de Deus. É possível? A multidão queria saber qual era a obra de Deus ( Jo 6:29 ), pois queriam realiza-la, e Jesus respondeu: creiam naquele que Ele enviou, pois esta é a obra de Deus. Ora, todos os que creem em Cristo como diz as Escrituras ‘realizaram’ a obra e a vontade de Deus, o que é impossível aos que não creem em Cristo segundo as Escrituras.
Como? Todos os que creem tem a vida eterna, que é Cristo, portanto, viverão eternamente. Neste sentido, todos os que creem no enviado de Deus fizeram a vontade de Deus, pois estão salvos da condenação imposta pela transgressão de Adão "E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre" ( 1Jo 2:17 ).
Muitos desconhecem qual é a vontade de Deus e estão perdidos em sua religiosidade, pois querem estar no centro da vontade de Deus, cuidando que ela é cumprida através do formalismo, do ritualismo ou da legalidade. Porém, o escritor aos hebreus demonstra que todos os que creram segundo as Escrituras já realizaram a vontade de Deus "Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa" ( Hb 10:36 ).
O escritor aos hebreus, após demonstrar que os que creem já fizeram a vontade de Deus, alerta para que ninguém se prive da graça de Deus, pois um dos enganos do diabo é fazer com que o cristão acredite que ainda não alcançou aquilo que lhe foi concedido "Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem" ( Hb 12:15 ).
Ora, quem creu já realizou a obra e a vontade de Deus, porém, se desconhece esta verdade, será compelido por obreiros fraudulentos a fazerem uma pseudo obra ou pseudo vontade de Deus. Tais obreiros, por estarem enganados em sua carnal compreensão, além de desconhecerem qual a vontade de Deus, promovem um ambiente de mistério, dizendo que a vontade de Deus nem sempre é o que se imagina ou que se propõe realizar.
Através de argumentos persuasivos corrompem a mente de muitos incautos, tais como: ‘Você está disposto a abrir mão das suas vontades e desejos para fazer a obra de Deus? Você está pronto para viver os sonhos de Deus?’, tornam os seus ouvintes presas, dominando-os a seu bel-prazer "Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo (...) Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão" ( Cl 2:8 e 18).
Todos os versículos que falam da vontade de Deus apontam para a salvação em Cristo. Quando Jesus ensinou a orar, assim orientou: "Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu" ( Lc 11:2 ). Qual a vontade de Deus na terra? Que nenhum homem se perca, antes que todos venham ao conhecimento de Cristo, a verdade que liberta. A vontade de Deus nos céus vincula-se a Cristo, pois ao retornar a sua glória Ele é o primogênito dentre os mortos e entre muitos irmãos, pois ao fazer a vontade do Pai na terra conduz muitos filhos à glória de Deus ( Hb 2:10 ).
Jesus deixa claro que só entrará no reino dos céus aqueles que fizerem a vontade de Deus, ou seja, que crerem no enviado de Deus "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" ( Mt 7:21 ).
Como os ouvintes de Cristo estavam admirados de Jesus não ter aprendido ‘letras’, Jesus os alertou dizendo "Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo" ( Jo 7:17 ), ou seja, os judeus buscavam na lei, nos profetas e nos salmos realizar a vontade de Deus, porém, se compreendessem verdadeiramente as Escrituras (doutrina), veriam que Jesus não falava de si mesmo, antes anunciava a palavra de Deus “Eis que tu que tens por sobrenome judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus; E sabes a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído por lei” ( Rm 2:17 -18).
Por causa da relutância em crer em Cristo, Jesus propôs uma parábola aos judeus, e por fim concluiu: "Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus" ( Mt 21:31 ).
Portanto, amados, todos os cristãos precisam estar cientes do que alcançaram em Cristo. O apóstolo Paulo ao conscientizar os cristãos assim disse: “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” ( Ef 1:13 ). O apóstolo estava demonstrando que eles havia efetivamente feito a vontade de Deus.
O apóstolo Paulo não fez mistério sobre a vontade de Deus, antes demonstrou que Deus desvendou o mistério da sua vontade "Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo..." ( Ef 1:9 ). Todos os que crêem são amigos de Deus, visto que a barreira de inimizade foi desfeita e tudo lhe foi revelado "Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer" ( Jo 15:15 ).
Portanto, ordens imperiosas como: ‘Consulte a vontade de Deus para a sua vida’, ‘Deus tem o melhor plano para sua vida’, são inócuas, pois os que são amigos de Deus conhecem a sua vontade e já foi desvendado o mistério da sua vontade aos que creem. Tais mensagens tornam os meninos na fé temerosos, principalmente se estiver passado por dificuldades, visto que ficará questionando: “Será que esta é a vontade de Deus para a minha vida?”.
Esta teologia desfocada da palavra de Deus geralmente se impõe em momentos de dificuldades, catástrofes, acidentes, pois divulgam que, para realizar a vontade de Deus o homem tem que passar pela autonegação, que é preciso negar seus anseios.
O apóstolo dos gentios demonstra que Epafras estava orando a Deus em favor dos cristãos, para que fossem conservados firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus. Se a oração era para que conservasse os cristãos firmes, isto indica que já haviam feito a vontade de Deus "Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus" ( Cl 4:12 ).
O apóstolo Paulo recomenda a Timóteo que tivesse um comportamento similar ao de Epafras, porém, ele devia orar por todos os homens, quer fossem nobres ou servos, pois tal atitude era boa e agradável diante de Deus e, em seguida complementou apresentado a vontade de Deus: “ADMOESTO-TE, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador. Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade” ( 1Tm 2:4 ).
Através da exposição paulina a Timóteo é possível demonstrar qual é a boa, agradável e prefeita vontade de Deus: que todos se salvem e venham ao conhecimento da verdade "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" ( Rm 12:2 ).
Qualquer que se porte como Epafras e conforme o apóstolo Paulo ensinou a Timóteo, teve a sua mente renovada. Deixou de ser conforme o mundo, entenebrecido no entendimento e, agora compreende que Deus quer que todos se salvem por intermédio de Cristo.
Resta o alerta: "E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites" ( Lc 12:47 ).
Portanto: "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" ( 1Ts 5:18 ). A vontade de Deus é que o cristão dê graças em tudo, ou a vontade de Deus é a nossa santificação? Por certo que a vontade de Deus é a nossa santificação, o que foi realizada pela oferta do corpo de Cristo "Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição" ( 1Ts 4:3 ).
O cristão deve dar graças porque a vontade de Deus promoveu a santificação, diferente da ideia de que é da a vontade de Deus que se dê graças em tudo ( Hb 10:10 ). Ser agradecido deve ser uma disposição própria do Cristão ( Cl 3:15 ), e não uma prescrição expressa por Deus “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” ( Ef 5:20 ).
Quando o cristão compreende que a vontade de Deus é que nenhum homem se perca, portar-se-á de modo a não dar escândalo a judeus, gregos ou a igreja de Deus, para onde chegar tenha abertura para anunciar a Cristo ( Ef 5:17 ). A vontade de Deus foi revelada ao apóstolo Paulo, e este, por sua vez, fez de tudo para que pudesse salvar alguns "Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns" ( 1Co 9:22 ); "E ele disse: O Deus de nossos pais de antemão te designou para que conheças a sua vontade, e vejas aquele Justo e ouças a voz da sua boca. Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido" ( At 22:14 -15), e após se inteirar desta verdade, escreveu a Timóteo dizendo: Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade” ( 1Tm 2:4 ).
Quando você ouvir alguma mensagem com as seguintes frases: ‘Esteja certo de estar no centro da vontade de Deus!’, ‘Você sabe se é isso que Deus tem para você?’, ‘Seus desejos são os de Deus?’, ‘Não dê um passo sem consultar o Pai!’, ‘Siga os dez passos para conhecer a vontade de Deus’, não se deixe enganar.
Você já fez a vontade de Deus quando creu em Jesus conforme as Escrituras, e como a promessa feita por Cristo não é de casa, carro, casamento, emprego, etc., "E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna" ( 1Jo 2:25 ), basta tão somente a paciência, a obra perfeita da fé, pois de nada tem falta os que creem "Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa" ( Hb 10:36 ; Tg 1:4 ; Sl 34:9 ).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

13 Maneiras de ser liberto


1.Não ore por você, sempre ore pelas pessoas que convivem com você, pelo país e etc. assim irá se libertar de si mesmo.

2. Glorifique sempre a Deus na beleza de sua santidade e abençoe as pessoas com suas orações e atos. Lembre-se o que Deus disse a Abraão, ele também diz aos filhos de Abraão. ?Se tu uma benção!?

3. Faça todas as coisas para tirar o egocentrismo de dentro de você. Toda a pessoa tímida tem esse problema. Procure não pensar nisso. Não seja egoísta! Peça a Deus que liberte o seu potencial e receba.

4. Nunca tema as pessoas, pois, se você diz realmente que vive para Deus, deve ter temor dele, não de pessoas. Lembre-se que Deus tem ciúmes, se você tem mais temor das pessoas do que de Deus, você ainda não tomou posse da ressurreição de Cristo.

5. Se você se voltar para Deus, Deus se voltará para você, quanto mais você se der para Deus, Deus se dará para você.

6. Você sabe que, quem tem que mudar é você, não adianta você dizer que tem problema só porque, vive com uma pessoa que te incomode, pois, satã nunca mudará, portanto, você é que tem de mudar. Se você se incomodar com esta pessoa, você estará colocando em seu próprio pensamento um sentimento de derrota, pois poderá dizer: ?Enquanto essa pessoa não mudar eu nunca vou progredir na vida?.Não olhe para os defeitos das pessoas, siga com a sua vida.

7. Busque a paz de espírito, nunca deixe satã tirar a sua paz. Jesus deixou uma promessa de paz, mas, isso não se concretizará se você não buscar a paz. Nunca deixe ninguém tirar a sua paz.

8. Quando orar pedindo perdão pelos seus pecados, primeiro você tem que pedir perdão a Deus e depois se perdoar a si mesmo pelo pecado. Muitas vezes as pessoas pecam e não tomam posse do perdão, porque, as mesmas não perdoam a si mesmas. Creia que Deus lhe perdoou e siga em frente. Lembre-se Satã ira fazer de tudo para você não tomar posse do perdão, mas, não esquente.

9. A Bíblia diz: ?Crê em Jesus e será salvo?, mas esse ?CRÊ?, não é um ?CRÊ? qualquer. Esse crer significa depositar a confiança em Cristo, fazer de tudo para obedece-lo e agrada-lo. Pois, se fosse tão fácil assim.. O mundo seria salvo

10. As coisas de Deus não são moleza. Nós temos que batalhar para conseguir, mas, uma coisa te digo. Que se batalhar a vitória é certa. As coisas de Deus são conquistadas com lutas, portanto, combata o bom combate da fé e seja cabeça, não cauda.

11. Não deixe essa coisa que você tanto quer vire luxuria. Lembre-se luxuria é pecado. Entregue nas mãos de Deus e seja feito conforme a sua vontade.

12. Quando você aceita Jesus obrigatoriamente você tem que tirar os bloqueios de sua vida, vamos supor: O orgulho, o complexo de inferioridade, o egocentrismo, inveja, ódio, avareza, vaidade, medo e traumas. Lembre-se ?tudo com Cristo se fez novo?. Se você crê na ressureição de Cristo não tem motivo de estar passando, por isso. Cristo é vida pra valer, está cuidando de nós e o que te poderá fazer o homem? O diabo usa este tipo de pessoa bloqueada para destruir outras e também ela mesma, então, se você não tirar este ponto fraco de sua pessoa, você estará dando lugar ao diabo e ele vai te usar sempre para destruir você e outras pessoas que convivem contigo. Lute para jogar isso fora, peça a Deus para liberta-lo(a) com fé, que de acordo com sua fé receberás.

13. Uma das principais doenças humanas que matam é o orgulho, essa doença afasta você de Deus, pois, Deus odeia pessoa orgulhosa. E mais! Os soberbos não herdarão o reino de Deus. Paulo diz: Aquele que se gloria, glorie-se nisto em me conhecer e saber que eu sou o Senhor. Não se guie o sábio na sua própria sabedoria. O orgulho é um pecado mortal.
 Leia provérbios.


Submissão – Um Princípio de Deus


Introdução

Estudar sobre Autoridade Espiritual pode parecer a alguns que se trata de um tema seco, mas a essência da própria espiritualidade está na relação certa de obediência a Deus. O Senhor age a partir do seu trono que está estabelecido sobre a sua autoridade. Isto é básico e coloca tudo como Deus quer. Louvar, orar, jejuar ou fazer qualquer coisa sem submissão não tem valor para Deus. É mecânico e sem vida.                                                                                                                                    I. Princípio Divino
Deus é autoridade em si mesmo, e tudo que no mundo (cosmos) existe é sustentado pela palavra do poder de sua autoridade (Hb 1.3). Nada sobrepuja a autoridade de Deus no universo. Logo, é indispensável, para todo aquele que deseja cooperar com o Senhor, conhecer a autoridade de Deus. Entrar em contado com a autoridade do Senhor é o mesmo que entrar em sintonia direta com Deus. "A maior das exigências que Deus faz ao homem não é a de carregar a cruz, servir, fazer ofertas, ou negar-se a si mesmo. A maior das exigências é que Obedeça".
"Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocausto e sacrifícios quanto em que se obedeça a sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei." 1Sm 15.22-23
Diante disso, rejeitar uma ordem de Deus é o mesmo que ir contra o próprio Deus. No Reino de Deus está implícita a Dependência. Dependência a tudo que o Senhor determina, isto é, sendo-lhe completamente submisso. Jesus prega o Evangelho do Reino porque conhece o problema principal do homem: a sua independência para com Deus. Na independência está implícita a Rebeldia. E o evangelho do reino ataca a causa, levando o homem à dependência do Senhor e, conseqüentemente, a torná-lo salvo e regenerado. O evangelho do reino é a única maneira de recuperar um rebelde.
II. Princípio Satânico
"O arcanjo transformou-se em Satanás quando tentou usurpar a autoridade de Deus, competir com Deus, e assim se tornou um adversário de Deus. Foi a rebeldia que provocou a queda de Satanás" (Is 14.12-15; Ez 28.13-17). A intenção de Satanás de estabelecer o seu trono acima do trono de Deus foi o que violou a autoridade do Senhor. O princípio de rebelião é passado a todos os homens depois da queda de Adão. Este princípio o Senhor abomina: é como feitiçaria.
Sempre que alguém peca contra a autoridade de Deus, peca diretamente contra o Senhor. Não podemos permitir espaço para rebeldia em nossas vidas. Temos que vivê-las em completa santidade, assim como Jesus, que em nada foi rebelde ao Pai. Ele vivia, como vive, para agradar ao Pai e em tudo lhe ser submisso.
III. Autoridade Delegada: Rm 13.1
O princípio de autoridade delegada é que rege todas as relações do homem com o homem, bem como do homem para com Deus. Todas as coisas estão debaixo deste princípio, nada está solto. Este é um princípio de ordem e paz, nunca de confusão. Deus assim criou todas as coisas , mas ao rebelar-se, Lúcifer gerou a confusão. E, pior, está levando todos os homens a viverem debaixo do princípio de rebelião.
Como funciona o princípio de autoridade delegada? Na Trindade temos que o Pai é igual ao Filho, que é igual ao Espírito Santo. Na essência os três são iguais. Todavia, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são diferentes nas funções.
O Pai enviou o Filho (Jo 4.34).
O Filho veio (Jo 16.28).
O Filho foi obediente ao Pai (Jo 8.29).
O Filho enviou o Espírito Santo (Jo 15,26;14.26).
O Espírito Santo veio (At 2.16-17).
O Espírito Santo é obediente ao Filho (Jo 16.12-15).
A Trindade é a fonte de toda a verdade. Este princípio divino é encontrado em todas as relações estabelecidas por Deus. Temos que numa família o pai é igual â mãe, que é igual aos filhos. O ocorre que na família, o pai é o cabeça e a mãe a ajudadora. Eles são iguais, têm o mesmo valor para o Senhor, mas têm funções diferentes.
Há uma tendência de se pensar que se submeter é ser inferior. Jesus nunca foi inferior ou menor que o Pai pelo simples fato de lhe ser submisso. Pelo contrário, Jesus Cristo tem o nome que está acima de todo nome (Fp 2.9). Temos que entender que entre iguais há uma relação de autoridade e submissão. Isto faz parte da ordem divina. As autoridades delegadas estão em todas as áreas de nossas vidas. Um discípulo do Senhor deve, onde estiver, procurar saber quem é a autoridade delegada para a ela se submeter.
A. Deus Delega Autoridades em Todas as Áreas da Vida:
          Civil: Rm 13.1-3.
          Trabalho: Ef 6.5-6; Tt 2.9-10; 1 Tm 6.1-2.
          Família: Ef 5.22-24; 6.1-4.
          Igreja: 1Co 12.28
Todo discípulo do Senhor, onde estiver, procura saber quem é a autoridade, para a ela se submeter. Não há espaço para o "super- espiritual".
B. O Problema do Super- Espiritual:
Quem é este ? É aquele que aparenta espiritualidade, mas esconde uma grande rebelião e que traz muito dano ao corpo de Cristo. O super-espiritual costuma dizer: "Eu só obedeço a Cristo, o Senhor. Não estou sujeito a nenhum homem!" Isto é loucura. Toda vez que se diz "Deus, quero te obedecer", o Senhor responde bem claro e preciso: "Ótimo! Então, obedeça ao teu marido, teu pai, teu chefe, teu pastor!" Aí aparece o super-espiritual declarando: "Não, eu só obedeço ao Senhor, a ninguém mais. Só obedeço o que tu me falares pessoalmente!" E, o Pai, responde com toda firmeza: "Mas o meu desejo é que me obedeças através deles". Regularmente escutamos esta outra resposta: "Você não sabe quem é o meu marido, pai, chefe". Ou ainda: "Meu marido é um alcoólatra, meu pai é incrédulo…"
É inadmissível declarar obediência a Deus e não às autoridades por Ele delegadas. Sempre que obedecemos às autoridades delegadas estamos submissos a Deus, estamos agradando ao Pai. Obedecer somente quando se concorda não é espírito de submissão. É rebeldia e independência. Importa que, concordando ou não com a ordem, a obedeçamos de coração. É assim que se age perante Deus.
Enquanto não reconhecemos as autoridades delegadas sobre nós, não chegaremos à maturidade nem ao alvo. Precisamos de guias que nos levem pelas mãos, para que não fiquemos no caminho, sem atingirmos o alvo: "...jazem nas estradas de todos os caminhos, como o antílope na rede" (Is 51.17-20). Os homens esperam que a igreja apareça e os tome pelas mãos, guiando-os, levando-os pelo caminho em que devem andar.
IV. Submissão, um Princípio de Deus
A. O que é Submissão?
Não é mera obediência externa, nem tão pouco quando controlado. Submissão é prestar obediência inteligente a uma autoridade delegada. É exteriorizar um espírito submisso, mesmo quando ninguém está por perto. É renunciar à opinião própria quando se opõe à orientação daqueles que exercem autoridade sobre nós.
Quando é que aprendemos o que é a submissão? Quando é que nos convertemos? Quando aceitamos o senhorio de Cristo sobre nossas vidas. Quando verdadeiramente renuncio a tudo o que tenho, nego a mim mesmo , tomo a cruz e sigo ao Senhor. Sigo submisso às direções e orientações que recebo das autoridades delegadas. "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus", "antes a si mesmo se esvaziou"... "a si mesmo se humilhou", "tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz" (Fp 2 5-8). Só existe um caminho para a submissão, andar como Cristo andou (1Jo 2.6). Ele é o nosso modelo. E, "embora sendo Filho (Jesus homem), aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu" (Hb 5.8).
Sem submissão jamais chegaremos ao alvo. Nem estaremos sendo cooperadores do Senhor. Se alguém é independente, rebelde, não é membro do corpo, pois sendo membro será sempre dependente, submisso. Como pode um membro subsistir no corpo se não se submeter às ordens da cabeça? Assim também nós não podemos subsistir no corpo de Cristo se não formos sujeitos as autoridades delegadas. Quando uma mulher não se submete ao seu marido, ou quando um filho não obedece ao seu pai, ou quando o empregado não acata a ordem de seu chefe, ou quando o discípulo não se submete aos autoridades, é porque estão cheios de si mesmos. Quem está cheio de Cristo está cheio de obediência. O evangelho do reino aniquila com a independência do homem, bem como com a rebeldia: faz do homem um Ser submisso.
B. Os Frutos da Sujeição.                                                                                        Quando o homem vive no princípio de submissão às autoridades delegadas por Deus, ele desfruta de benefícios desejados por todos os homens, a saber:
1.         paz, ordem e harmonia no corpo de Cristo;
2.         edificação e formação de vidas;
3.         unidade e saúde na igreja;
4.         cobertura e proteção espiritual.
V. Autoridades Delegadas na Igreja.
A igreja de Cristo é governada por Cristo e, não, pelo povo. Não existe democracia na igreja, porque a igreja não é do povo, é de Deus. O que existe é a teocracia: o governo de Deus através de suas autoridades delegadas.
É impossível edificar a alguém que não se submete à autoridade. Não há nada mais frustrante do que apascentar "cabras e bodes". Um filho espiritual obedece naturalmente.
A. Quem são as Autoridades Delegadas na Igreja?
1.         Cristo : Ef 1.20-22.
2.         Palavra : Mt 7.24; Jo 15.10; Cl 3.16-17. Ninguém pode dizer que é submisso a Cristo e sua igreja se não obedece à palavra do Senhor.
3.         Apóstolos : At 2.42; 20.17; 2Ts 3.4,6,10,12; 2Co 11.34; 16.1; Tt 1.5. Os apóstolos determinavam a doutrina e usavam amplamente a autoridade que Deus lhes havia outorgado. A igreja continua necessitando desse ministério. Continua precisando que os apóstolos ordenem tudo, estabeleçam o reino de Deus com clareza e firmeza.
4.         Pastores : Ef 4.11, 1Tm 5.17. Estes, como os apóstolos, profetas e evangelistas, são ministérios específicos de governo e têm a responsabilidade de manterem o ensino, a visão, a doutrina sempre firmemente claros, cuidando para que não percam sua consistência, e fiquem fofos.
5.         Paterna : Ef 5.22-24; 6.1-3; 1Co 11.3. O homem é o cabeça, autoridade delegada por Deus no seu lar, isto porque o Senhor assim o constitui para o desenvolvimento harmônico da família. O homem não deve ser "ditador" nem tão pouco um "frouxo". Ele deve ordenar, governar sua casa dentro dos princípios divinos, com amor. O cabeça deve sempre procurar escutar o ponto de vista de sua esposa. E a mulher deve deixar com o marido a responsabilidade da decisão. A mulher e os filhos precisam da proteção e da autoridade do esposo e pai em todas as áreas de suas vidas. É assim que Deus determinou, mesmo que ele, marido ou pai, seja incrédulo.
6.         Guias : 1Co 16.16; 1Ts 5.12-13; Hb 13.17. Todos devem estar ligados por "juntas" ou "ligamentos", no corpo de Cristo (1Co 12.12-13). São estes que nos unem ao corpo, nos presidem e nos fazem conhecer as ordens do cabeça, nos ensinam e nos conduzem.

Proteção


"Cobrir-te-á com as suas penas, sob suas asas estarás seguro..." Salmo 91:4
Já observou como algumas espécies animais protegem suas crias com coragem e dedicação? É próprio das aves esconder seus pequenos filhotes debaixo das asas para protegê-los do frio e de perigos diversos. Proteção é ter um abrigo, um esconderijo, um refúgio para onde correr quando nos sentimos ameaçados ou simplesmente cansados das lutas.
Quero abordar o tema de três formas. A primeira é a proteção divina sobre nós. Quem está em Cristo desfruta da preciosa proteção do Senhor. O Salmo 34:7 nos fortalece com a promessa de que "o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra." O Salmo 121 inteiro fala sobre confiar na proteção do Senhor: "Ele não deixará que teus pés vacilem... o Senhor é quem te guarda." O Salmo 23 lembra o sentimento de confiança do salmista: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum." É precioso experimentar essa proteção na vida diária e colecionar testemunhos de livramento de nossas vidas pelo poder do Senhor.
Em segundo lugar quero falar sobre Auto-Proteção. Significa proteger a mim mesmo. Como? Eu falo sobre proteger nossa mente: por que razão entregá-la como serva de pensamentos negativos de derrota, fracasso, miséria, tristeza, morte? Nossa mente existe para ser ocupada com os pensamentos de Deus. Paulo orienta os cristãos a levar "cativo todo pensamento à obediência de Cristo" (2 Co 10:5). Recomenda também: "Pensai nas coisas lá do alto" (Fp 3:2). É um exercício espiritual diário. Proteger nosso coração, nossos sentimentos: "Revesti-vos de ternos afetos... suportai-vos uns aos outros... perdoai-vos...acima de tudo esteja o amor. "(Cl 3:12-15). Proteger nossa boca, vigiando nossas palavras. Proteger nossos olhos e ouvidos, desviando-os do que pode nos contaminar. Temos responsabilidade com nossa própria proteção física, emocional e espiritual.
Em terceiro lugar falo sobre proteger o meu irmão. Se o corpo físico protege a si mesmo, os membros do corpo de Cristo também devem fazê-lo. Somos um: se alguém cai o corpo todo se enfraquece. Quando você vê seu irmão caído, o que faz? Cobre-o de oração, de amor, ou expõe seu pecado? Em Gênesis 9 lemos sobre Noé e seus filhos. O mais novo, Cão, saiu correndo para contar aos irmãos como Noé estava. Expôs o pai. Os outros dois vieram e o cobriram. O que expôs foi amaldiçoado, os outros foram abençoados. Você quer bênção ou maldição?
 Muitos ainda estariam na igreja se houvesse proteção espiritual entre os irmãos.